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 29 Mar. 2019 



 

 

 

### Em resposta à destruição provocada pela passagem do ciclone tropical Idai por Moçambique, em especial na cidade costeira da Beira, onde milhares de pessoas perderam tudo o que tinham, a Fundação Veolia conduz uma missão de emergência humanitária em parceria com a Médicos Sem Fronteiras, a Cruz Vermelha francesa e a Solidarités International. 

   ![](/sites/g/files/dvc1931/files/styles/default/public/image/2019/04/MSF264638High_c_MSF_-_Pablo_Garrigos.jpg.webp?itok=ij1NuFxf)  © MSF - Pablo Garrigos

   



O ciclone tropical Idai atingiu o Malawi, Moçambique e o Zimbabué no dia 14 de março. A cidade da Beira, com mais de 500 mil habitantes, ficou no centro do ciclone durante várias horas. A água subiu até 11 metros, levando milhares de pessoas a procurar refúgio. O número de mortes ascende as 500 vítimas em Moçambique, com mais de 800 mil pessoas afetadas em todo o país.

Face à emergência, a [Fundação Veolia](https://www.fondation.veolia.com/fr) foi solicitada a intervir no âmbito da sua missão de ajuda humanitária. Para o terreno seguiram mais de 5 toneladas de equipamentos, com destaque para as estações móveis de tratamento de água para consumo, unidades concebidas pela Veolia.

Foram também enviados recursos humanos das várias entidades envolvidas: da Cruz Vermelha (Unidade de Resposta a Emergências), da Médicos Sem Fronteiras e da Solidarités International, a que se juntaram 7 especialistas em água voluntários da Veolia.

Os equipamentos disponibilizados são duas unidades[ Aquaforce 2000](https://www.fondation.veolia.com/fr/media/medias/l-aquaforce-2000-expliquee-en-images) e uma[ Aquaforce 15000](https://www.fondation.veolia.com/fr/media/medias/la-fondation-et-msf-testent-l-aquaforce-15000-en-ouganda). Estas estações móveis de tratamento de água destinam-se a apoiar em particular os centros de assistência médica da Médicos Sem Fronteiras, na cidade da Beira.

Os voluntários Veolia, em parceria com as referidas ONG, integrarão equipas locais com a missão de garantir o acesso à água às populações. Agir rapidamente é essencial para evitar as doenças e epidemias anunciadas, relacionadas com a falta de acesso a água potável.