Cidades Resilientes

Alterações climáticas, risco de terrorismo são novas ameaças que emergiram nas últimas décadas e que representam impactos significativos para as cidades e vilas, exigindo estratégias de resiliência a nível local.

NOVOS DESAFIOS PARA AS CIDADES

A globalização, a crescente urbanização e as alterações climáticas deram origem a novos riscos para as cidades do século XXI: desastres naturais, migrações,  epidemias,  conflitos por causa dos recursos, etc. As zonas urbanas, que são a casa de 55% da população mundial e contribuem para 80% do PIB mundial, são o principal motor de crescimento, mas são também as mais vulneráveis aos novos impactos e contingências. As cidades precisam, por isso, de antecipar esses riscos de forma a assegurar o acesso da população a serviços essenciais  sem comprometer a sua sustentabilidade económica, ambiental e social.

De acordo com o Lloyd's City Risk Index, só nos Estados Unidos, o potencial de perdas causado por desastres naturais ou causados pelo homem, entre 2015 e 2025, é estimado em 617 mil milhões de dólares. Se nada for feito para antecipar riscos estas perdas podem acontecer. De acordo com o Banco Mundial, cada euro investido na prevenção de riscos permite poupar 7 euros na reconstrução pós-crise.

ANTECIPAR DESASTRES NATURAIS E ASSEGURAR A FIABILIDADE DOS SERVIÇOS ESSENCIAIS 

As alterações climáticas em particular representam uma séria ameaça para muitas cidades. Por exemplo, de forma a protegerem-se dos impactos das cheias, muitas cidades têm de adaptar e reforçar as suas infraestruturas de recolha e tratamento das águas residuais e pluviais. Para evitar cortes de energia e assegurar a continuidade do serviço, mesmo em situações críticas, precisam de descentralizar os seus sistemas de produção de energia.

PROTEGER INFRAESTRUTURAS CRÍTICAS DO TERRORISMO 

Num mundo cada vez mais instável, o risco de terrorismo aumentou significativamente nos últimos anos. As infraestruturas associadas ao abastecimento de água são potenciais alvos e muitas cidades estão a tomar ações concretas para proteger os equipamentos e instalações mais críticos.  Por exemplo, a Veolia desenvolveu uma sonda, Kapta™ 3000, que monitoriza a qualidade da água nas redes de abastecimento em tempo real, dando origem a um alerta sempre que exista alguma anomalia.  O sistema foi utilizado pela Comissão Europeia no âmbito do  SecurEau Program, um projeto de investigação focado nos ataques terroristas tendo como alvo infraestruturas críticas. 

A Veolia apoia os municípios no reforço da sua resiliência a fenómenos extremos e situações de crise, recorrendo a uma visão de longo prazo de forma a antecipar situações de crise, assegurando o desempenho de equipamentos fundamentais durante uma crise e acelerando o processo de retoma da normalidade no pós-crise.  

As nossas soluções para cidades resilientes