Água - cada vez mais necessidades e cada vez menos reservas

Em 2025, 63 % da população mundial será confrontada com falta de água. A Veolia procura inovar todos os dias para que a água continue disponível para todos e com a qualidade necessária.

O CONTEXTO


 

 

 

 

 

 

A ÁGUA

É UM RECURSO

VITAL

 

MAS APENAS 2,5% DE TODA A ÁGUA EXISTENTE NO PLANETA

É ÁGUA DOCE - QUE É A ORIGEM MAIS USADA PARA CONSUMO HUMANO.

 

E ONDE ENCONTRAMOS ESSA ÁGUA DOCE?

           68,9% em glaciares              30,8% em lençóis freáticos            0,3% em lagos e rios

 

E AINDA QUE OS RECURSOS HÍDRICOS DO NOSSO PLANETA SEJAM FINITOS

A PROCURA AUMENTA TODOS OS DIAS

EM 2025, 65% da POPULAÇÃO MUNDIAL VERÁ O SEU ACESSO À ÁGUA MAIS LIMITADO

*STRESS HÍDRICO - OCORRE QUANDO A QUANTIDADE DE ÁGUA DISPONÍVEL É INSUFICIENTE PARA A PROCURA

 

 


REGIÕES QUE ENFRENTAM ESCASSEZ DE ÁGUA


 

 

 

 

 

 

 

 


SOLUÇÕES


 

Windhoek

Windhoek é a capital da Namibia e um exemplo de uma cidade resiliente. 

A cidade fica situação numa localização desértica, bem no coração do país. Com uma média anual de precipitação de apenas 250 mm e um calor intenso que provoca a evaporação de 83% da água da chuva, apenas 1% da água que "cai do céu" consegue  ser armazenada no solo.

No entanto, apesar de dispor de recursos hídricos tão limitados - a água subterrânea responde a 40% das necessidades do país — e de um controlo de consumos muito estrito, a capital tem assistido a um crescimento constante desde 1950, numa média de 6% a cada ano.

Em 2002, o governo da Namíbia decidiu incrementar as disponibilidades de água. A Veolia foi escolhida para desenhar, construir e operar  a unidade de produção de água  de Goreangab, que recicla as águas residuais da ETAR de Gammam.

A Veolia implementou soluções tecnologicamente avançadas de forma a cumprir standards de qualidade muito rigorosos tendo em conta a natureza altamente poluída da água utilizada no tratamento: uma combinação de processos multi-barreira, que utilizam uma sucessão de tratamento físico-químicos, apoiados por uma monitorização constante da qualidade da água.

O resultado são 21.000 metros cúbicos de águas residuais transformadas em água para consumo humano todos os dias, cobrindo 29% das necessidades dos 400.000 habitantes da cidade e arredores.

Esta solução alternativa para incrementar os recursos de água disponíveis não só assegura o abastecimento de água à cidade como responde também a grande desafios ambientais, na medida em que previne o desgaste excessivo dos recursos naturais e reduz significativamente a carga poluente nos cursos naturais. 

Projeto "Corredor Oeste"

Queensland é o segundo maior estado da Austrália, que em 2007 experienciou uma seca severa, ao ponto dos reservatórios utilizados para abastecer de água 2,5 milhões de pessoas quase secaram.
O Projeto "Corredor Oeste" teve por objetivo desenvolver uma rede de condutas subterrâneas numa extensão superior a 200 quilómetros. Estas condutas alimentam com água reciclada um reservatório de água para consumo público e também a água necessária para fazer funcionar duas centrais elétricas.

Durban: água reciclada suporta indústria

Os recursos hídricos na África do Sul são limitados, especialmente na cidade de Durban. O maior desafio da região reside na gestão do abastecimento de água tendo como prioridade as populações. 


A Veolia desenvolveu uma Estação de Reciclagem de Água que abastece as indústrias da cidade com água reciclada, água de qualidade e com custos de produção economicamente viáveis. 98% das águas residuais tratadas nesta instalação são atualmente recicladas.


Em paralelo com o serviço prestado à indústria, de forma a reduzir a pressão sobre os recursos de água locais, 47 mil metros cúbicos de água são fornecidos diariamente para reforçar o abastecimento público de água, o equivalente a 15 piscinas olímpicas.

 

 

O desafio do Vale do Tamisa

É comum achar-se que o stress hídrico só afeta regiões muito secas. No entanto, também afeta a Europa ocidental, apesar do seu clima temperado. 

Um exemplo é o vale do Tamisa, que envolve a capital do Reino Unido. A combinação de recursos hídricos limitados e de uma grande procura constituem hoje um grande desafio para o abastecimento de água à cidade de Londres.  As suas condutas e redes de água remontam aos tempos vitorianos, com grande necessidade de reparação para poderem dar resposta às necessidades diárias de nove milhões de pessoas (uma média de 2,6 mil milhões de litros de água para consumo todos os dias) . A sua modernização é hoje o contrato de gestão com maior capex do setor da água na Europa.